7 de junho de 2013

Carta À Quem Mereça

Andava triste, tristinho. Bem como Zeca Baleiro. Mas usei uma coisa. Uma coisa que muitos têm, mas poucos têm que nem eu. Usei a amizade, os amigos, as boas conversas. Isso não tem como reclamar, isso é a minha válvula de escape - mesmo que seja motivo de constante felicidade. Algumas vezes notícias incertas te abalam, acontece. Algumas vezes derivações dessas notícias incertas te deixam com mais incertezas e isso te aflige, te deixa ansioso. Aí a gente corre pros amigos tal qual uma criança corre para a mãe quando se vê em perigo. Não tem nada de errado nisso, isso faz um bem danado. Esse bem você só repara quando o mal vai embora, não necessariamente quando o bem chega. O mal é mais forte na minha vida, talvez por ser menos presente. O presente é que as (ótimas) amizades são presentes e nunca deixam o mal chegar perto. E quando chega eles tratam de jogá-lo para longe, mesmo que seja te escutando, falando "tem certeza, cara?"; a amizade é isso. Ver um problema na situação, mas falar que não vê. Bons fluídos. Valeu por vocês existirem, amigos.

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