28 de maio de 2012

Gigante não, enorme.


Dois jogos. 360 minutos. Duas decepções. Mesmo campeonato, diferentes fases, diferentes anos, diferentes histórias, diferentes contextos. Mas muito igual. Confiança, isso que fazia a semelhança dentre tantas diferenças. Coragem, garra, é guerra. Era guerra. Sempre será, sempre terá confiança, sempre sairei feliz. Mas só depois que a ficha cair. Mas ela não precisará cair. Nunca mais também não, mas bons tempos estão por vir. “Nunca ganhará” dirão os rivais. “Sempre ganharemos” direi para replicar. E quando vier a derrota será o mesmo sentimento, a mesma procura por (in)felizes coincidências, respostas nos astros, na terra, no ar, no dia, na hora, em tudo. E quando a vitória vier será festa, uma eterna festa, como tem sido até hoje, com pequenas pausas para respirar e deixar os outros dançarem. Mas até que a gente gosta de dançar, mesmo que seja suando e feio, o que vale é o espírito. Amor, nada mais que amor. Uma das razões da (eterna) felicidade é ter coisas que te deixam feliz na maior parte do tempo. Acabo de citar uma.

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